Coração de Vidro- José Mauro de Vasconcelos

Sinopse

Quatro histórias que se entrelaçam contando o apogeu e o declínio de uma enorme fazenda. Quatro personagens destruídos pela vaidade, insensatez e orgulho humanos: o pássaro azulão, o peixinho vermelho, o cavalinho de ouro e a mangueira moça.

“Coração de Vidro” é um alerta de respeito à natureza. O homem, o maior predador do planeta, violenta sem remorsos o meio ambiente, intervindo na liberdade dos animais. Um livro comovente, uma lição de vida encantadora para crianças e adultos, passada com lirismo e poesia.

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“Coração de Vidro” é uma obra do autor José Mauro de Vasconcelos. No livro nós podemos conhecer quatro histórias que estão interligadas. Cada uma delas conta o auge e a destruição de uma fazenda com muito lirismo e muita poesia.

O pássaro azulão vivia feliz com os seus dois irmãos e a sua mãe que gostava muito de cantarolar. Só que de repente tudo muda e ele acaba parando em uma gaiola e passa a ter uma vida limitada e ao mesmo tempo solitária.

O peixinho vermelho chamado Clóvis odiava viver na casa de aves por conta do desagradável odor do cercado de galinhas e também do barulho dos papagaios e periquitos. Um dia ele consegue ter um “lar” e consequentemente uma dona, mas acaba percebendo com o tempo que não estava tão feliz assim.

O cavalinho de ouro vivia com a mãe na fazenda. Ele era muito bem cuidado e mimado por sua mãe. Quando se torna adulto acaba descobrindo uma nova realidade. Após se separar da sua mãe, começou a treinar e logo se tornou um cavalo de corrida. Infelizmente por conta de uma fratura teve que parar de correr.

Devido ao acidente sua vida muda completamente e o seu fim não é um dos melhores.

Dona Candoca (mangueira moça) era uma árvore alegre e cheia de sonhos que vivia no fundo do pátio da fazenda.

Candoca gostava muito de um menino (príncipe), ela o considerava como um filho. O príncipe amava conversar com a árvore, abria totalmente o seu coração e contava tudo o que acontecia com os seus pais.

Mas como nem tudo são flores, um certo dia a árvore recebe uma notícia que a deixa muito triste. O menino seria internado num colégio. Na ausência dele muitas coisas mudam, inclusive a velha Candoca.

Anos depois o “menino” retorna a fazenda, dessa vez já adulto. Ele acaba reencontrando Candoca, mas de um jeito que não a percebeu, pelo menos não como ela esperava. Fato que a fez encolher por dentro das raízes, morrer.

“Caminhou até o tronco de Candoca e apoiando os pés, um de cada vez, amarrou os cordões”.

 

“O príncipe olhou de olhos parados o tronco, como se nada significasse.

—Ah! Me lembro. Tinha uma mangueira ali.

O autor faz questão de alertar a todos nós seres humanos em relação à natureza. O homem é o maior inimigo do planeta, do meio ambiente e também dos animais.

Gostei muito de ler este livro, foi uma leitura fantástica e proveitosa.

Um grande abraço e até mais!

 

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